ape

o desarranjo poético

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Eu acho, honestamente, que seres humanos só são infelizes porque não dão flores.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

toda embalagem de câmera fotográfica deveria vir com o seguinte aviso:

é importante -ao tirar uma fotografia- lembrar de olhar (e ver)  aquilo que está sendo fotografado.

desartualizado.

-o que você acha do pós-irreal-metalista-neoconcretista-caravaggiano que um tal de Manuel Bodega está fazendo nas ruelas da Cataluña?





-legal.

domingo, 5 de junho de 2011

Levanta da cama

-Se deus acredita em mim o mesmo tanto em que acredito nele,



estou fodido.-


Volta pra cama

quinta-feira, 19 de maio de 2011

ruthina.

...
nasci com ossos de vidro.
Todas as manhãs quebro as pernas ao acordar.
Os cacos rasgam minha pele fina de papel e meu sangue tinge o tapete.
Rastejo, sempre, até a cozinha onde não há carpete.  É frio, mas há café quente perto da porta.  
Pago um sujeita pra me fazer café, limpar meu tapete, e fazer qualquer outra coisa que eu queira.  Seu nome é Ruth.  Ruth uma vez me chupou, cortou meu pau com seus dentes de navalha.  Eu gostei.
Ela também me veste.  Gosto de usar terno.  Ela me veste o terno todas as tardes.  Todas as tardes quebro os braços pondo o paletó.  Todo dia ela sai pra comprar cigarros, porém antes me senta no sofá, com a tv ligada.  Quando volta, fede a cerveja e cigarros.  Me dá algo pra comer, e juntos terminamos umas garrafas de vinho.  Conversamos até a noite ficar fria demais para sua mini-saia. Ela busca o cobertor, me cobre.  E me beija com seu hálito de colgate. 
Toda noite ela sobe as escadas, que eu jamais subi, e dorme na cama que fora de meus pais.
Eu durmo no sofá.  Todas madrugadas sinto meus ossos colarem, afinal
nasci com ossos de vidro.
Todas as manhãs quebro as pernas ao acordar.
Os cacos rasgam minha pele fina de papel e meu sangue tinge o tapete.
Rastejo, sempre, até a cozinha onde não há carpete.  É frio, mas há café quente perto da porta.  
Pago um sujeita pra me fazer café, limpar meu tapete, e fazer qualquer outra coisa que eu queira.  Seu nome é Ruth.  Ruth uma vez me chupou, cortou meu pau com seus dentes de navalha.  Eu gostei.
Ela também me veste.  Gosto de usar terno.  Ela me veste o terno todas as tardes.  Todas as tardes quebro os braços pondo o paletó.  Todo dia ela sai pra comprar cigarros, porém antes me senta no sofá, com a tv ligada.  Quando volta, fede a cerveja e cigarros.  Me dá algo pra comer, e juntos terminamos umas garrafas de vinho.  Conversamos até a noite ficar fria demais para sua mini-saia. Ela busca o cobertor, me cobre.  E me beija com seu hálito de colgate. 
Toda noite ela sobe as escadas, que eu jamais subi, e dorme na cama que fora de meus pais.
Eu durmo no sofá.  Todas madrugadas sinto meus ossos colarem, afinal
nasci com ossos de vidro.
Todas as manhãs quebro as pernas ao acordar.
Os cacos rasgam minha pele fina de papel e meu sangue tinge o tapete.
Rastejo, sempre, até a cozinha onde não há carpete.  É frio, mas há café quente perto da porta.  
Pago um sujeita pra me fazer café, limpar meu tapete, e fazer qualquer outra coisa que eu queira.  Seu nome é Ruth.  Ruth uma vez me chupou, cortou meu pau com seus dentes de navalha.  Eu gostei.
Ela também me veste.  Gosto de usar terno.  Ela me veste o terno todas as tardes.  Todas as tardes quebro os braços pondo o paletó.  Todo dia ela sai pra comprar cigarros, porém antes me senta no sofá, com a tv ligada.  Quando volta, fede a cerveja e cigarros.  Me dá algo pra comer, e juntos terminamos umas garrafas de vinho.  Conversamos até a noite ficar fria demais para sua mini-saia. Ela busca o cobertor, me cobre.  E me beija com seu hálito de colgate. 
Toda noite ela sobe as escadas, que eu jamais subi, e dorme na cama que fora de meus pais.
Eu durmo no sofá.  Todas madrugadas sinto meus ossos colarem, afinal
nasci com ossos de vidro.
Todas as manhãs quebro as pernas ao acordar.
Os cacos rasgam minha pele fina de papel e meu sangue tinge o tapete.
Rastejo, sempre, até a cozinha onde não há carpete.  É frio, mas há café quente perto da porta.  
Pago um sujeita pra me fazer café, limpar meu tapete, e fazer qualquer outra coisa que eu queira.  Seu nome é Ruth.  Ruth uma vez me chupou, cortou meu pau com seus dentes de navalha.  Eu gostei.
Ela também me veste.  Gosto de usar terno.  Ela me veste o terno todas as tardes.  Todas as tardes quebro os braços pondo o paletó.  Todo dia ela sai pra comprar cigarros, porém antes me senta no sofá, com a tv ligada.  Quando volta, fede a cerveja e cigarros.  Me dá algo pra comer, e juntos terminamos umas garrafas de vinho.  Conversamos até a noite ficar fria demais para sua mini-saia. Ela busca o cobertor, me cobre.  E me beija com seu hálito de colgate. 
Toda noite ela sobe as escadas, que eu jamais subi, e dorme na cama que fora de meus pais.
Eu durmo no sofá.  Todas madrugadas sinto meus ossos colarem, afinal
nasci com ossos de vidro
Todas as manhãs quebro as pernas ao acordar.
Os cacos rasgam minha pele fina de papel e meu sangue tinge o tapete.
Rastejo, sempre, até a cozinha onde não há carpete.  É frio, mas há café quente perto da porta.  
Pago um sujeita pra me fazer café, limpar meu tapete, e fazer qualquer outra coisa que eu queira.  Seu nome é Ruth.  Ruth uma vez me chupou, cortou meu pau com seus dentes de navalha.  Eu gostei.
Ela também me veste.  Gosto de usar terno.  Ela me veste o terno todas as tardes.  Todas as tardes quebro os braços pondo o paletó.  Todo dia ela sai pra comprar cigarros, porém antes me senta no sofá, com a tv ligada.  Quando volta, fede a cerveja e cigarros.  Me dá algo pra comer, e juntos terminamos umas garrafas de vinho.  Conversamos até a noite ficar fria demais para sua mini-saia. Ela busca o cobertor, me cobre.  E me beija com seu hálito de colgate. 
Toda noite ela sobe as escadas, que eu jamais subi, e dorme na cama que fora de meus pais.
Eu durmo no sofá.  Todas madrugadas sinto meus ossos colarem, afinal
nasci com ossos de vidro.
Todas as manhãs quebro as pernas ao acordar.
Os cacos rasgam minha pele fina de papel e meu sangue tinge o tapete.
Rastejo, sempre, até a cozinha onde não há carpete.  É frio, mas há café quente perto da porta.  
Pago um sujeita pra me fazer café, limpar meu tapete, e fazer qualquer outra coisa que eu queira.  Seu nome é Ruth.  Ruth uma vez me chupou, cortou meu pau com seus dentes de navalha.  Eu gostei.
Ela também me veste.  Gosto de usar terno.  Ela me veste o terno todas as tardes.  Todas as tardes quebro os braços pondo o paletó.  Todo dia ela sai pra comprar cigarros, porém antes me senta no sofá, com a tv ligada.  Quando volta, fede a cerveja e cigarros.  Me dá algo pra comer, e juntos terminamos umas garrafas de vinho.  Conversamos até a noite ficar fria demais para sua mini-saia. Ela busca o cobertor, me cobre.  E me beija com seu hálito de colgate. 
Toda noite ela sobe as escadas, que eu jamais subi, e dorme na cama que fora de meus pais.
Eu durmo no sofá.  Todas madrugadas sinto meus ossos colarem, afinal...



domingo, 8 de maio de 2011

cumplicidade?



complexidade.

quarta-feira, 4 de maio de 2011



"Eu queria ir pra um lugar onde eu tivesse uma sensaçãozinha, ilusória que fosse, de que tinha alguém prestando atenção em mim."