mas é gentil.
ape
o desarranjo poético
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
um pequeno lugar
trancado
preso
privado
privada
praia
cabeça
sentido
caminhada
mar
martelo
privada
cama
chuveiro
tempo
saudade
estrada
abraço sem dono, sem nada.
preso
privado
privada
praia
cabeça
sentido
caminhada
mar
martelo
privada
cama
chuveiro
tempo
saudade
estrada
abraço sem dono, sem nada.
eu.
Compro roupa nova
-desfigura-me o rosto
Compro sapato caro
-desfigura-me o rosto
Pinto os lábios de vermelho
-desfigura-me o rosto
Arranco as sobrancelhas pretas
-desfigura-me o rosto
Corto o cabelo vasto
-desfigura-me o rosto
ardo, e não esqueço.
permaneço
eu.
-desfigura-me o rosto
Compro sapato caro
-desfigura-me o rosto
Pinto os lábios de vermelho
-desfigura-me o rosto
Arranco as sobrancelhas pretas
-desfigura-me o rosto
Corto o cabelo vasto
-desfigura-me o rosto
ardo, e não esqueço.
permaneço
eu.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
texto que quis acabar em duas linhas.
será que são de tinta esses olhos que me encaram? são de uma beleza difícil e amarga, tímida e cruel. Se confundem, às vezes, com o vazio da sala, e outras vezes, com a escuridão do céu
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
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